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Lantana: o arbusto 'imortal' que muda de cor em vaso

Pessoa a cuidar de flores coloridas numa varanda ensolarada com regador metálico no chão.

Muitos jardineiros amadores procuram exactamente esta combinação: floração durante meses, pouca manutenção e um verdadeiro ponto de destaque para a varanda ou o terraço. A lantana, conhecida botanicamente como Lantana, oferece tudo isso - e, ainda assim, continua a ser surpreendentemente pouco conhecida. Quem já viu as cores das flores a transformarem-se quase de dia para dia acaba por pensar: porque é que este talento versátil ainda não está em todos os vasos?

Porque a Lantana é considerada um arbusto “imortal”

Origem e hábitos de crescimento da Lantana

Na sua região de origem, na América Central e do Sul, a Lantana desenvolve-se como um arbusto perene, muitas vezes largo e ramificado. Aí, praticamente não abranda: temperaturas elevadas, muito sol e invernos curtos criam o cenário ideal para uma floração quase contínua ao longo do ano.

Lantana pode, com os cuidados certos, florescer quase sem interrupções da primavera até ao outono - um fogo-de-artifício permanente de cores.

De maio a outubro, uma alternativa às plantas de verão de curta duração

Em climas como o da Alemanha, a planta substitui, de maio e bem dentro de outubro, muitas das opções de verão que duram pouco tempo. Dá mesmo a sensação de ser uma “sempre-em-flor”, porque está constantemente a produzir novos botões, enquanto as flores mais antigas mudam de tom e só caem bastante mais tarde.

Um arbusto que muda de cor

A lantana não ganhou fama por acaso: as flores abrem frequentemente numa cor e, ao longo dos dias, alteram-se de forma bem visível:

  • Amarelo, que passa a laranja ou vermelho

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